quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Robbie Williams esquece letra de música em show para 60 mil pessoas


Não é só a brasileira Vanusa que esquece a letra das músicas. O britânico Robbie Williams, ex-Take That e com apenas 36 anos, deu vexame no último domingo (12), durante um show para 60 mil pessoas em Londres. As informações são do jornal “Daily Mail”.

Enquanto cantava o hit “Feel”, Williams parou, sem conseguir lembrar os versos. Ele, então, saiu correndo para o backstage e voltou com um livro com as letras das músicas. Enquanto esperavam, os fãs começaram a cantar o resto da canção e o astro agradeceu a ajuda. “Eu fiquei morrendo de medo, obrigado”, disse.

Depois da gafe, Robbie Williams chamou ao palco seu ex-companheiro de Take That, Gary Barlow. Os dois não cantavam juntos há 15 anos. O show beneficente “Help For Heroes” também teve James Blunt, Tom Jones e Enrique Iglesias.
13, setembro, 2010

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Vanusa canta na Hebe e não esquece letra de música



Na gravação do programa de Hebe, que foi ao ar na noite desta segunda (13), no SBT, Vanusa soltou a voz ao lado da apresentadora.

Eles cantaram juntas a música Como Vai Você?, que ficou conhecida na voz de Roberto Carlos.

Quem viu a gravação constatou que desta vez Vanusa não esqueceu a letra.

É claro que Hebe deu uma forcinha...

Ainda no palco do programa, esteve Palmirinha Onofre ensinando a fazer um sonho, que foi a primeira receita que a culinarista aprendeu.

13/09/2010

Texto adaptado do site http://audienciadatv.wordpress.com/

sábado, 4 de setembro de 2010

vanusa(1973)



Bom dia! Quando eu glorifico os anos 70 não é atoa. Uma época onde até o que era considerando popularesco na música brasileira se tornou nos dias atuais e numa visão comparativa, uma coisa cheia de qualidades. Acho que o tempo, o amadurecimento, leva a gente a perceber isso. O nível da qualidade artística e criativa já foi bem melhor. Era um tempo onde ainda havia uma preocupação e um respeito com o público. O artista podia ser brega, simples, popularesco ou mesmo um ultraromântico e produzido, mas era um profissional de gabarito, tinha realmente qualidade. Hoje, basta ser bonitinho, saber rebolar e fazer o que o mestre mandar. Seguindo as tendências daquilo que leva ao dinheiro fácil, minando ainda mais a mediocridade do povão. O jeito é ir engolindo os Ídolos, neo sertanejos, funks e fuck...
Hoje eu trago aqui este disco da Vanusa. Uma excelente cantora, dona de uma voz poderosa, mas que poucas vezes conseguiu demonstrar este talento em discos. Dizendo assim, vocês hão de pensar que eu estou redondamente enganado. Mas se observarmos bem a sua trajetória, veremos que ela sempre esteve à serviço de um repertório irregular. Isso é uma coisa que pode acabar com o artista ou levá-lo para outros caminhos. Vanusa sempre foi uma artista batalhadora e eu acredito que em seu percurso, cheio de atribulações, a acabou levando por caminhos oscilosos. Neste disco de 1973 temos a cantora no auge da carreira, num de seus melhores momentos. O disco é produzindo por Wilson Miranda e conta com a participação e apoio de nomes com Lincon Olivetti, os maestros Portinho e Élcio Alvares, o saudoso Zé Rodrix e a dupla Antonio Carlos e Jocafi. O repertório é variado, com altos e médios, mas num todo um álbum muito bom. Duas das faixas são composições sua em parceria com Mário Campanha, entre elas o seu grande sucesso, "Manhãs de Setembro". Tem também "Coisas Pequenas" de Zé Rodrix e Tavito (adoro essa música!). Um versão mais balançada e pop de "Neste Mesmo Lugar", de Armando Cavalcanti e Klétus Caldas que ficou muito boa. Há espaço até para um pseudo-hard-rock com uma introdução de "Sabbath Bloody Sabbath" do Black Sabbath em "What To Do", música de Papi e Alf Soares. E tem mais... confiram aí...


manhãs de setembro
você não morreu
o mago de pornois
quebra cabeça
neste mesmo lugar
what to do
estou fazendo hora
coisas pequenas
quero você
retrato na parede
mercado modelo
entre cinzas

texto extraido do blog toque-musicall.blogspot

Um papinho com... | Vanusa 28/08/2010 - 08:00 | Enviado por: Heloisa Tolipan




Vanusa vai viajar durante 15 dias para uma praia paradisíaca. “Ficarei comigo mesma para esquecer tudo de ruim que se passou e ainda deixou marcas por causa de dois vídeos na internet nos quais meus erros foram registrados no palco”, dispara. Conversamos sobre passado, presente e futuro:

Como você vê hoje a repercussão do vídeo do show em Manaus no qual trocou a letra da canção 'Sonhos de um palhaço' com 'Como vai você?'
– A repetição do erro foi outra paulada e o baque maior ainda depois da situação do Hino Nacional, na sessão da Assembleia Legislativa de São Paulo. Errar é humano e fizeram chacota disso. A realidade é que eu cheguei a Manaus e, já no quarto do hotel, senti uma forte tontura, as mãos tremiam e eu liguei para a minha médica em São Paulo. Achei que estivesse com Mal de Parkinson e fui cantar com aquela apreensão no coração. Errei a letra de uma música que cantei zilhões de vezes na minha vida. Além de pensar que estava com Parkinson, achei que o Mal de Alzheimer também tivesse me atacado. Voltei a São Paulo e fiz todos os tipos de exames.

Como lidou com o episódio da Assembleia?
– Eu parava para ver o vídeo e dava pause. Quando consegui ver todo, eu pensei: “não saio mais de casa. Não vou cantar nunca mais”. Mas contei com a ajuda médica. Eu juro a você: passei a noite decorando a letra do Hino Nacional, tomando guaraná em pó e, depois, um calmante. A minha terapeuta disse que é comum o aluno que passa a noite estudando ter um branco na hora da prova. É humano. E foi isso que aconteceu comigo. Se eu fosse eu pouco menos exigente comigo, teria levado mais na flauta e não estudado tanto a letra. Quando eu cantava, durante segundos eu não sabia quem era ou onde estava. Tinha mudado toda a medicação dias antes, porque não estava dormindo bem. Doeu tanto ver o vídeo do Hino Nacional que eu resolvi passar ûm tempo em Paris com a minha filha de criação, Cleo, que se casou e está morando lá. Foram dias alegres e eu estava mais tranquila e pensei que tivesse superado a depressão em função do bombardeio no Brasil. Por que as pessoas são capazes de só ver os nossos erros? Perguntei a um repórter: “você telefonaria para saber sobre o meu novo CD?”. O mundo está muito cruel.

E agora, Vanusa?
– Ficou um trauma muito grande e estou trabalhando em duas terapias, incluindo a cognitiva comportamental. Minha médica mandou eu tirar férias por 15 dias para voltar para a minha música e feliz.